Todo processo de mudança é um momento importante e desafiador, não pode ocorrer de forma arbritária e, sim, consciente. Frente a um cenário desafiador, a resilência torna-se um dos pilares para o posicionamento, seja, uma organização, um indivíduo. O que importa é está consciente que não se deve acomodar diante das situações.

Mudar explicitamente implica em assumir a responsabilidade desse ato e isso é o que fará toda diferença no sucesso ou inscucesso frente ao desafio.

Segundo estudo realizado pela Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2015, o Brasil é um dos países mais empreendedores do mundo. Em 2015, o número de empresários brasileiros que iniciaram um negócio por necessidade aumentou de 30%, onde ficou entre 2012 e 2014, para 43,5%, provavelmente causado pela rescessão que se concretizou em 2015.

Para Kopans (2016), os gestores entendem que uma análise lúcida é o segredo para construir um negócio resiliente. E, ainda assim, quando se trata de mensurar e fortalecer a habilidade de adaptação, crescimento e prosperidade, raramente as organizações aplicam uma abortdagem metódica.

Segundo Chiavenato (2016), as pessoas e as organizações têm procurado constantemente se ajustarem a um ambiente tão mutável e dinâmico. Mas do que nunca, os indivíduos são compelidos a usarem a interdisciplinaridade, trabalharem em equipe, e não mais individualemente, a se prepararem para o enfrentamento de mudanças no cenário globalizado e de economia de mercado (LEPRI, 2005).

Dentre tantas informações disponível pelos diversos canais disponíveis, farei referência ao um livro “antigo” mas tão “atual”: Quem mexeu no meu queijo?, uma parábola que retrata a vida, suas mudanças e os objetivos (queijos) que muitos buscam. O labirinto, onde os personagens vivem a história, representa o local onde ocorrem as buscas incessantes pelos seus objetivos. Cheio de corredores e divisões, o labirinto tem em alguns lugares, queijos deliciosos. Porém em outros, corredores escuros e até becos sem saída. Os personagens viviam correndo atrás de queijo para se alimentarem e ficarem felizes. Aqueles que encontravam o caminho eram premiados com uma vida mais tranquila. Aqui reside a essência da “mudança”, ser resiliente é ter a certeza de que “a vida não é um corredor reto e tranquilo que nós percorremos livres e sem empecilhos, mas um labirinto de passagens, pelas quais nós devemos procurar nosso caminho, perdidos e confusos, de vez em quando presos em um beco sem saída”.

O mundo dos negócios está mudando cada vez mais rápido. E cada vez mais, a sobrevivência e o sucesso de cada organização dependerão do desempenho e das competências das pessoas, principalmente daquelas que trabalham com o conhecimento e adotam tecnologias avançadas.

Mudanças sempre gera novas oportunidades, encontrar uma nova oportunidade no mercado de trabalho e até uma nova paixão se tornam processos naturais de quem opta em mudar, pois crê em constantes melhoras e no reconhecimento do erro como fonte para o sucesso.

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Referências bibliográticas

CHIAVENATO, Idalberto. Desempenho humano nas empresas: como desenhar cargos e avaliar o desempenho para alcançar resultados, 7ª. ed. São Paulo: Monole, 2016.

Global Entrepreneurship Monitor (GEM). http://gemconsortium.org/country-profile/46. Acessado em 10 de Junho de 2017.

KOPANS, David. How to Evalute, Manage, and Strengthen Your Resilience. Harvard Business Review, 2016.

LEPRI, Rodolfo. A arte da liderança: nas organizações do futuro.  Aparecida, SP: Ideias & Letras, 2005

http://www.administradores.com.br/artigos/cotidiano/resenha-quem-mexeu-no-meu-queijo/12122/. Acessado em 29 de dezembro de 2017.